segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Estatutos do Homem

Vídeos da dramatização do poema de Thiago de Mello Estatutos do Homem, que aconteceu durante a abertura da Semana Americana de Solidariedade com os Povos - Homenagem aos Poetas da América, no Canal da Música em Curitiba.




A Mãe


A Mãe retrata a relação de dois irmãos, Gregor e Marcel, que ora beira o ódio e a insanidade e em determinado momento chega a ser serena e fraternal. Todo o enredo é "temperado" com a ausência de um ente querido, a mãe, que embora tenha falecido, parece estar cada vez mais viva nos devaneios de Marcel. Gregor, o irmão mais velho, é quem sustenta a família, trabalhando como professor e Marcel vive uma vida ilusória em que a mãe ainda está viva. Durante a esquete surge a dúvida de quem estaria mais louco, Marcel no seu "faz de conta" ou Gregor na realidade de um mundo caótico.


Cia Atormente de Teatro
Texto e Direção: Pedro Ganesh
Elenco: André Daniel e Leandro Martim

domingo, 13 de dezembro de 2009

Estatutos do Homem

Fotos da dramatização do poema Estatutos do Homem de Thiago de Mello durante a Semana Americana de Solidariedade com os Povos - Homenagem aos Poetas da América, que aconteceu no Canal da Música em Curitiba, em conjunto com o Grupo Nuspartos.













A Viagem de um Barquinho

Fotos da estréia do espetáculo durante o IV Festival de Teatro de Colombo (FETECO).








terça-feira, 16 de setembro de 2008

A_t_o_r_m_e_n_t_e

Atormente, nossa companhia!

Lugar onde as coisas necessitam do que penso ser a coluna vertebral indispensável para que todo o resto aconteça: VONTADE. Palavra que serve para que esses atores de mente realmente atormentem.

E toquem. E principalmente se toquem.E sintam da mesma forma que se fazem sentir. Que pensem, para que jamais esqueçam que são ATOR MENTE. Estamos nos tornando responsáveis, inteiros, maduros.

Buscando coisas e traçando caminhos que não sabemos bem ao certo onde vão dar, mas que trilhamos com sinceridade e autenticidade.

Não copiamos ninguém, não invejamos ninguém, mas temos a consciência de que queremos falar a alguém, descobrir esse alguém, mesmo que esse alguém esteja dentro de nós mesmos, escondidos atrás das nossas Matildas, Marcels, Gregors, Detinhas, Diretores e Assistentes, Príncipes e Princesas de nós mesmos (não os dos contos de fadas, pois esses realmente não existem), e sem falar nas nossas crianças de uma infância que não volta mais e dos nossos novos e bem vindos grandes Gordos (é olha que grandes gordos é quase um pleonasmo).

Penso que o único motivo de estarmos juntos é a felicidade de quando estamos juntos, produzindo, nos somando, nos respeitando e nos aceitando e em momento algum, nos menos adorando.

Nesse momento fechamos um ciclo e abrimos um outro.

Muito mais aceso, intenso, verdadeiro e acima de tudo nosso.

Construído pelo nosso trabalho de horas, ainda que poucas, mas finalmente

Bem aproveitadas nas salas de ensaio.

Estamos nos fortificando e preparando para os desafios que vem pela frente, que não serão poucos e muito menos fáceis.

Mas encarados de frente, porque sempre estaremos ali, uns do lado dos outros, nos apoiando, nos abraçando, nos repensando e principalmente nos ator mentando.

Meus grandes amigos, colegas e atormentados, toda essa enrolação é apenas para tentar expressar a felicidade do dia que vivemos hoje.

A todos vocês, muito obrigado por fazerem uma parte tão fundamental e grandiosa na minha vida que é o Teatro.

Valeu pessoal e vamos em frente, porque de agora em diante quando me perguntarem sobre a nossa companhia de teatro eu só poderei dar uma resposta, uma passagem bíblica citada pelo diretor de teatro Antônio Araújo da Cia. Teatro da Vertigem do qual eu gosto muito: “AGORA SIM, O VERBO SE FEZ CARNE”.

Hélcio Fernandes.

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